Dar aula de termodinâmica não é tão simples assim para uma alma qualquer. A cada nova lei você se sente mais e mais inanimado. Quase um desenho escrito a lápis no caderno, distraidamente. No meio de um turbilhão de processos. Todos tendendo ao equilíbrio utópico. Na direção do caos energético, que acaba por se refletir nas nossas decisões cotidianas. Aliás, o caos... ele, que parece ser o destino maior de cada ser vivo. E daquilo que chamamos, sem vergonha, de universo.
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