No
entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e
quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque
tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque,
de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram
dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não
se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a
carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já
cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.